Hoje em dia, especialmente no Brasil, está difícil sorrir. É crise pra todo lado: na política, na economia, no relacionamento entre as pessoas e por aí vai. Mesmo assim é imprescindível sorrir, pois nunca se precisou tanto disso quanto agora. Faço a minha parte. Todos os dias posto no Facebook uma piadinha para animar meus quase cinco mil seguidores. E não pensem que não tenho problemas e que assim ajo por estar com a vida mansa! Tudo é uma questão de ponto de vista. Talvez assim me comporte por sempre me perguntar: por que não rir de meus próprios problemas? Por que não rir de meus erros e fracassos? Será que rir de si mesmo é sinônimo de idiotice?

Há os que trocam os sorrisos por lágrimas. Isso acontece porque ainda não descobriram que um sorriso franco ou uma gargalhada bem gostosa vale mais que cem lágrimas. Quantas pessoas são incapazes de rir! Conseguem passar o dia todo sem um sorriso sequer. Para elas, um recadinho: quem se leva a sério demais e por causa disso se esqueceu de como sorrir, é alguém que irá morrer muito pobre espiritualmente. Rico é aquele que sabe distribuir, gratuitamente, sorrisos e gargalhadas. Sorrisos e gargalhadas que são fruto da serenidade permanente perante os fatos, perante a si e perante as pessoas com quem se convive. Por que não rir dos próprios problemas? É uma besteira não fazer isso por achar-se importante. Não se tome a sério demais...

O mundo está se tornando um palco onde só se representam tragédias e dramas de terror. Os programas de maior audiência na TV são os que tratam exatamente de temas escabrosos. Vide o Brasil Urgente e o Cidade Alerta. Patrocínio não lhes falta porque divulgam o que o povo quer, ou seja, saber das desgraças e tragédias dos outros... É hora de termos programas que façam rir, comédias que divirtam sadiamente os telespectadores. Como eu gostaria de ser um ator nesse tipo de programa! E você pode me acompanhar. Basta reaprender a sorrir...

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